A indústria e o comercio brasileiro já vem se arrastando aos trancos e barrancos a alguns meses, e no início de 2015, parece que chegamos ao ápice da crise. Estamos vivendo um momento de instabilidade financeira no país. O que fazer para não sofrer ou minimizar as consequências da crise?

 

Trabalhe mais: Isso mesmo, em tempos como esse não adianta ficar sentado reclamando, é necessário investir seu tempo em ações para mudar isso, encontrar onde estão os problemas, e propor ações para melhorar, para melhorar seu dia a dia, melhorar sua empresa, sua comunidade, e com isso contribuir para melhorar o país.

Mantenha o caixa em dia: A tarefa mais complicada é manter as contas no azul, isso requer muita dedicação e disciplina. A grande mágica a ser feita é reduzir custos e aumentar os ganhos (isso nem sempre é possível).

Não se desespere: por mais que você esteja em uma situação difícil, manter a calma é importantíssimo, pois não existe situação que não tenha uma solução. Mas pra isso é necessário manter a calma e a tranquilidade;

Corte de despesas: Visando o seu bem estar e o de sua família, não tenha medo de cortar para valer algumas despesas. Existem muitos itens em nosso dia-a-dia que podem ser dispensados (chamados de despesas supérfluas) numa situação como essa. Você pode até uma queda em seu padrão de vida, mas, por outro lado, poderá pagar suas contas em dia e isso é o principal neste momento.

Apoio da família: Caso tenha filhos e cônjuge, procure envolvê-los na situação, Fazendo com que colaborem na economia da casa, reduzindo a duração de uma conversa no telefone, pensando duas vezes antes de demorar no banho, apagando as luzes quando não é necessário, desligando a TV quando não tiver assistindo, enfim, travando uma verdadeira batalha contra as despesas.

Eficiência no controle das despesas é o ponto fundamental para conseguir fugir da crise sem maiores problemas. Controle suas entradas e saídas (fluxo financeiro doméstico) tenha na ponta do lápis seu Orçamento Doméstico, com isso as consequências da crise serão menores, e é bem provável que a crise “passe” antes mesmo de chegar;